Cordel criado na lousa . Eu como professora me apropriei do relato dos alunos na sala de aula.
Nesse cordel meu leitor
Tivemos participação
De alunos fazendo relatos
Foi esse tema inpiração
Pra eles era realidade
O medo era sem razão
A turma era 7ª D
Do ano de noventa e três
Na Escola Eduardo Angelim
Ninguém aguardava a sua vez
Para falar do pavor
Mas não durou nem um mês
O cordel foi escrito
Na lousa pra demonstração
Para saber como se escreve
Usando o giz e a mão
E as histórias dos alunos
Em versos com atenção
1
Seu moço quero contar
Uma história com emoção
É que em Parauapebas
Houve complicação
Quando apareceu um tarado
Causando grande confusão
2
A notícia se espalhava
E a polícia atuou
Avisando à moçada
O perigo do malfeitor
Porta e janela trancada
Foi o que a polícia avisou
3
Dizem que ele aparece
Em lugares imprevistos
Quando menos se espera
Grito, choro e rebuliço
As meninas que gritavam
Só o cara não era visto
4
Na escola as meninas
Choravam pra sair cedo
Pra não encontrar o tarado
Ficavam com tanto medo
Dizem que homem ou mulher
Tudo pra ele era o mesmo
5
O fato começou
Lá para o bairro da paz
Foi quando num dia triste
Foi atacado um rapaz
Quis dominar logo o moço
Não foi vencido jamais
6
Ele usava uma arma
Para as vítimas vencer
Porém vencia algumas
E outras fazia correr
Perdiam até os sapatos
Sem saber o que fazer
7
A sua aparência física
Não posso aqui descrever
Dizem que a noite
Nunca deu pra ver
Só sei que esse tarado
Era durão pra valer
8
A moçada ficou triste
Sem poder ter diversão
Com medo que o tal tarado
Surgisse na escuridão
Para atacar a moçada
Que estava sem proteção
9
O pavor aumentou
Com a notícia que surgiu
Não era só um tarado
Nem eram cinco, eram mil
Só na cabeça do povo
Pois isso não existiu
10
-Traga o bicho amarrado
Com a corda no pescoço
Mostre a cara do sujeito
Bem clara pra todo o povo
Quem sabe cria vergonha
Deixa de ser perigoso
11
Leitor eu desafio
Se você é corajoso
A achar o tal tarado
Ele é muito astucioso
Quero ver sua coragem
prove que não é medroso
12
Dê também uma surra
Até o coro largar
Pra aprender ser direito
E o próximo respeitar
Quem sabe ainda mude
Pra cidadão se tornar
13
Aqui termino o relato
E faço esse desafio
Quem sabe assim se melhore
Um pedacinho do Brasil
Chamado Parauapebas
para vivermos tranquilos
Nesse cordel meu leitor
Tivemos participação
De alunos fazendo relatos
Foi esse tema inpiração
Pra eles era realidade
O medo era sem razão
A turma era 7ª D
Do ano de noventa e três
Na Escola Eduardo Angelim
Ninguém aguardava a sua vez
Para falar do pavor
Mas não durou nem um mês
O cordel foi escrito
Na lousa pra demonstração
Para saber como se escreve
Usando o giz e a mão
E as histórias dos alunos
Em versos com atenção
1
Seu moço quero contar
Uma história com emoção
É que em Parauapebas
Houve complicação
Quando apareceu um tarado
Causando grande confusão
2
A notícia se espalhava
E a polícia atuou
Avisando à moçada
O perigo do malfeitor
Porta e janela trancada
Foi o que a polícia avisou
3
Dizem que ele aparece
Em lugares imprevistos
Quando menos se espera
Grito, choro e rebuliço
As meninas que gritavam
Só o cara não era visto
4
Na escola as meninas
Choravam pra sair cedo
Pra não encontrar o tarado
Ficavam com tanto medo
Dizem que homem ou mulher
Tudo pra ele era o mesmo
5
O fato começou
Lá para o bairro da paz
Foi quando num dia triste
Foi atacado um rapaz
Quis dominar logo o moço
Não foi vencido jamais
6
Ele usava uma arma
Para as vítimas vencer
Porém vencia algumas
E outras fazia correr
Perdiam até os sapatos
Sem saber o que fazer
7
A sua aparência física
Não posso aqui descrever
Dizem que a noite
Nunca deu pra ver
Só sei que esse tarado
Era durão pra valer
8
A moçada ficou triste
Sem poder ter diversão
Com medo que o tal tarado
Surgisse na escuridão
Para atacar a moçada
Que estava sem proteção
9
O pavor aumentou
Com a notícia que surgiu
Não era só um tarado
Nem eram cinco, eram mil
Só na cabeça do povo
Pois isso não existiu
10
-Traga o bicho amarrado
Com a corda no pescoço
Mostre a cara do sujeito
Bem clara pra todo o povo
Quem sabe cria vergonha
Deixa de ser perigoso
11
Leitor eu desafio
Se você é corajoso
A achar o tal tarado
Ele é muito astucioso
Quero ver sua coragem
prove que não é medroso
12
Dê também uma surra
Até o coro largar
Pra aprender ser direito
E o próximo respeitar
Quem sabe ainda mude
Pra cidadão se tornar
13
Aqui termino o relato
E faço esse desafio
Quem sabe assim se melhore
Um pedacinho do Brasil
Chamado Parauapebas
para vivermos tranquilos

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